quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

ilusion

É tão bonito quando vivemos iludidos. Tudo parece mágico e bonito. O pior de toda essa vivência é quando a ilusão é destruída e percebemos que tudo foi em vão. Até esta ilusão ser destruída vou viver os melhores anos da minha existência.

terça-feira, 30 de novembro de 2010

angustia

São 5 da manhã, levanto-me para escrever. Tenho de escrever. A minha cabeça não pára. Ieias que vão e vem. O sonho apoderou-se da mente. Quero que m escutes. Vê-me.

sábado, 6 de novembro de 2010

Caixa

Tu que ocupas um lugar de previlégio foste deixada ao abandono. Permaneces na estrada e perante o olhar de todos és ignorada. As pessoas dão-te atenção por pura obrigação. És preenchida por SMAS, EDP, Páginas Amarelas e muita publicidade. A ânsia de encontrar algo mais que isso foi destruída pelo mundo virtual a que todos, hoje em dia, recorrem.
Corro todos os dias com a pequena esperança de encontrar algo: uma flor, uma carta um cd ou o que seja.
 Com as suas vantagens e desvantagens é este o nosso mundo.


terça-feira, 2 de novembro de 2010

Hayden Christensen

mio dio ma chè cosa bella

Dresol

Acordei. Olhei o céu e estava limpo. Levantei-me, dirigi-me à cozinha peguei numa taço enchi de cereais e fui ao frigorifico para buscar um iogurte. Voltei para a cama. Comi e adormeci (ainda que só por trinta minutos). De repente... o despertador, num salto levantei-me da cama. Está na hora. Como medo do frio que pensei fazer-se sentir na rua, vesti uma camisola de gola alta justa e de manga curta por cima um casaco e um cachecol. Em tons de roxo e castanho saí para a rua. Qual não foi o meu espanto... "Aiiii! masque belo dia de "pseudo-primavera"", pensei eu. Sim porque estamos no outono e estes dias são uma raridade. A depressão dos últimos dias esvaneceu-se e deu lugar a um belo sorriso na minha cara.
Com dias assim quem não tem vontade de viver!?

domingo, 31 de outubro de 2010

PorInspiRaçAo


Olho para o ecrã, dou-me por mim perdida em pensamentos. Que penso eu? Adoro alguém mas com medo do futuro preferimos, mutuamente, não arriscar. Por um lado, quero “tê-lo” perto de mim mas o respeito que lhe tenho faz-me recuar. Gostava de poder dizer que é ele que quero do meu lado mas porque haveria eu de dizer isso?
Conhecemo-nos num bar, já lá vão uns bons meses. Noutras ocasiões ouvia falar dele, sem dar alguma importância ao teor da conversa, era-me totalmente indiferente. Para falar verdade nem gostava muito dele (só conhecendo de alcunha). Algo me suava mal.
 Houve uma noite… Nessa noite as coisas mudaram. Conversas, noites, mensagens, trocas de conversações. Desde então tenho-lhe muito respeito. A confiança é recíproca. Para quê estragar algo que foi difícil construir até aqui?
Do “gosto de ti” passámos ao “gosto muito de ti” e, ultimamente, “adoro-te”. Não são meras palavras. Degrau a degrau vamos construindo o nosso caminho. Não interessa o que o futuro nos reserva. Até aqui aprendi, CONTIGO, que ainda há esperança no sentimento a que chamam “AMOR”. Agradeço todos os pequenos momentos que me fizeste rir, sorrir. Todos os momentos em que me beijas-te e, por instantes, me fizeste feliz. Todos os momentos em que mostras-te que podia ser importante e por me fazeres sentir MULHER. Mesmo que um dia me digas ADEUS de ti guardo boas memórias. Todo o respeito que mostras por mim deixa-me sem palavras, sem reacção.
O primeiro encontro a sós foi bizarro mas interessante. Lembro-me e guardá-lo-ei comigo para sempre. “Está tudo bem?”, atrapalhados respondemos, “Então andam a passear?”. Estas foram as perguntas de uns que por ali guardas. Ninguém diria que àquela hora pudesse aparecer por ali alguém. Passavam alguns minutos das nove, tinha-te pedido que fossemos para perto rio. Depois de alguns kilometros eis que chegámos ao paraíso. Um sítio calmo, a lua, a água. Fui ter contigo sem nenhumas expectativas. Queria falar contigo, estar contigo e não tinha pretensão de ter mais alguma coisa nessa noite. A conversa desenrolou-se e acabamos por trocar o primeiro beijo. De um modo suave e respeitoso tocas-te pela primeira vez os meus lábios. Foi um momento mágico. Mais conversa, mais beijos MAS tudo o que é bom acaba depressa e tivemos de voltar. Às quatro estava de volta a casa e por mais estranho que parece não parava de pensar naquele momento. Iria repetir-se?
Agora já lá vai algum tempo mas o tempo que passo contigo é sempre mágico e vou-te descobrindo a cada momento que passo contigo.
Resta-me agradecer-te, novamente, por teres passado na minha vida e ensinado que ainda vale a pena.
Assim me despeço,
ZJ